15 de outubro de 2011

Sun of a Beach

Hoje posto aqui para falar de um tema um tanto incômodo mas muito pouco discutido: a supervalorização da cultura estadunidense.
Não estou dissertando aqui para falar mal dos Estados Unidos ou nada disso. Pelo contrário, creio que os Estados Unidos é realmente muito bom em vários aspectos, porém péssimo em outros. E o pior dos piores aspectos ruins é a sua cultura.
Para começar, falemos da língua inglesa. Tudo bem, é a língua internacionalmente mais usada, é importante sabermos falar para o nosso futuro e nosso trabalho, etc. Mas, por que, POR QUE temos que ficar usando gírias idiotas em inglês, ver filmes legendados quando às vezes a dublagem é inclusive MELHOR que o original, e ficar falando frases aleatórias em inglês? Quando pergunto isso a alguém, todos dizem que é porque soa melhor em inglês. Mas parece que soa melhor em inglês porque estamos acostumados a achar a pronúncia da língua inglesa superior à da pronúncia da língua portuguesa. Infelizmente, isso ocorre por causa da exportação cultural estadunidense.
E, por que, quando vamos ao cinema, fazemos careta ao filme longo estrangeiro (diferente do que estamos acostumados "chato e entediante") e vamos ver o filme americano com nosso ator preferido? E não falo apenas de blockbusters. Até os filmes independentes norte-americanos são completamente americanoides, exportando o mundo dos Losers, dos Terrorrists, das Prom Queens, dos Jocks e Geeks, do Pop/Rock, do Indie, entre vários outros termos desnecessários para o nosso cérebro.
Portanto, o correto a fazer é: não pagar mais para ver filmes estadunidenses e nem para ouvir as músicas norte-americanas feitas exclusivamente para a mídia. E, excluindo os EUA, se inicia a maravilhosa globalização.

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